Eu amei alguém pela primeira e provavelmente última vez na minha vida, e apenas digo "amei" pois já não consigo dizê-lo no presente...
Há quem diga que o verbo amar não se conjuga no passado... essa pessoa está totalmente correcta.
Já passou mais de um mês e meio desde que ela me trocou por outro... ainda assim o sentimento perdura e consegue ser mais forte que tudo o que ela me fez de mal.
Ela dizia amar-me mais que tudo, ela dizia não querer mais ninguém, ela dizia que ia ficar comigo para sempre... eu ria e achava infantil, agora choro e lamento não ter sido verdade... dava tudo para que o fosse, tudo mesmo. Mas nem tudo o que eu tenho para dar pode fazer alguém amar-me... o amor não se compra, ele vem naturalmente e apodera-se de nós como se passasse a ser a única coisa com sentido. É o melhor sentimento do mundo quando é correspondido, ou pelo menos enquanto parece sê-lo, mas quando tudo deixa de estar bem e percebemos que amamos sozinhos... quando percebemos que o sentimento não é mútuo nem nunca o foi, até porque não pode ter sido visto que amar é para a vida, quando tal acontece é como se morresse uma parte de nós...
Eu morri... Pelo menos uma parte de mim morreu e nunca há de voltar. Ficou presa nas memórias que tenho dela e do seu toque, do seu cheiro, do seu calor, ...
Que fazer agora? Que fazer agora que perdi o único bem que tinha algum significado na minha patética vida? É essa a minha pergunta... Mas a quem perguntar? Estou só... sem ela...
Reflexões
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Sentido da vida...
Qual é o sentido da vida?
Qual é a lógica de nascer para morrer?
Qual é a lógica de se passar a maior parte da nossa curta vida a trabalhar?
Porque é que sentimos sequer esta necessidade tão grande de responder a estas perguntas quase retóricas, cuja resposta é quase sempre: "não tem sentido"?
Deveríamos tentar ser o mais felizes quanto possível... mas mais uma vez chegamos a uma pergunta de difícil resposta que é: O que é ser feliz?, pergunta essa que nos leva à questão: Como faço para o ser? e muitos não sabem responder a estas duas últimas questões... e dos poucos que sabem como realmente encontrar a tão desejada e valiosa felicidade, a maioria nao consegue atingi-la por diversas razões que derivam de limitações tais como a limitação financeira, física, espacial, temporal...
A vida só pode ter sentido para quem é feliz pois só essas pessoas conseguem não importar-se com a efemeridade da mesma e viver no presente hoje, ontem e amanhã...
Com isto dito concluo que a felicidade é mesmo só para um grupo muito priviligiado de pessoas que nasceram com a sorte e os meios de encontrarem a razão do seu ser e chegar até ela, assim a vida só faz sentido para alguns...
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Reflexão mental... porque?
Escolhi como nome para este blog "Reflexão Mental" pois procuro colocar aqui alguns pensamentos que me abafam e constrangem, transformando o meu subconsciente numa maré de sentimentos negativos e autodestructivos que impossibilitam a minha "felicidade". Pensei portanto em partilhá-los de forma a "desabafar" com o mundo...
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